Pages

Mostrando postagens com marcador Paulistão 2012. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Paulistão 2012. Mostrar todas as postagens

domingo, 13 de maio de 2012

CAMPEÃO RELAXADO: SANTOS TRICAMPEÃO PAULISTA 2010 - 11 - 12

E aí galera Apaixonada por Futebol!

O Santos entrou no campo do Morumbi com a faixa de campeão praticamente no peito. A obrigação de ir para cima e marcar gols era totalmente do Guarani, sendo assim, o peixe estava relaxado e esperava que o tempo passasse rapidamente para entoar o grito de Tricampeão!
O conjunto do Santos pode ser considerado por vários críticos como bom, mas para mim, o Peixe conta com três jogadores que fazem a diferença: Ganso, Arouca e, o cara, Neymar. O terceiro é praticamente metade do time, em uma campanha que o Santos marcou 58 gols, ele anotou 20 vezes, equivalente a 34%.

Logo na primeira bola que caiu nos pés do garoto Neymar, o atacante deu ótimo passe para Elano que tocou para Alan Kardec marcar o primeiro. A segunda aparição do camisa 11, foi na cobrança prefeita do pênalti (que não existiu) para marcar o segundo.

O Bugre era valente e não se deixava ficar atrás no placar, sempre empatava a partida, desceu para os vestiários com o placar do mesmo modo que entrou em campo, igual. Não fosse as boas intervenções de Rafael, que falhou no primeiro gol, o Bugre desceria para os vestiários com uma situação um pouco melhor. 

No retorno para o segundo tempo, as pouco mais de 53 mil pessoas na arquibancada comemoravam. Faltou o churrasco para dar o tom de jogo festivo. Com o Peixe na contagem regressiva para o título, faltavam apenas 45 minutos, e o Bugre com o compromisso de fechar com um resultado positivo. Só uma catástrofe levaria a partida para os pênaltis ou um milagre tiraria o título das mãos santistas.

Com esse cenário, o Santos aguardava o Bugre e apostava nos contra ataques para liquidar de vez a fatura. O destaque do segundo tempo ficou por conta da disputa particular entre Domingos e Neymar. Quem levou a melhor? Acho que empatou! Neymar saiu inteiro e Domingos sem sofrer com os dribles desconsertantes.

Quando Domingos saia da cola de Neymar, o garoto aprontava e levava perigo ao gol de Emerson. O terceiro gol foi iniciado por ele, posicionando-se na área enquanto Juan fazia linda jogada, recebendo e batendo com força, convicção e talento: o gol número 108 com a camisa do Santos. O 27º gol em 24 jogos em 2012. Alan Kardec, nos acréscimos, ainda pedalou antes de driblar Emerson e fazer o chamado "gol do título".

Ao contrário da década de 1960, privilegiados são os futuros pais e MÃES que terão fotos e vídeos mil para mostrar aos herdeiros uma equipe que faz história a cada semana. Que faz história ao respeitar ídolos como Léo, que entrou em campo só para ser homenageado. Que faz história ao manter no futebol brasileiro o gênio Neymar, a quem a Europa pensou que levaria quando bem entendesse. Que faz história ao tornar ainda maior um Muricy Ramalho que já era enorme com seu currículo repleto de conquistas.
"Tricampeão, tricampeão!!!" Grito que ecoa no estado de São Paulo depois de 43 anos. Um domingo histórico.

domingo, 29 de abril de 2012

INÉDITO! Santos e Guarani farão a final do Paulista-12

E aí galera Apaixonada por Futebol!

Nem o melhor da fase de classificação, muito menos o segundo, a magia da equipe santista e o surpreendente Guarani decidirão quem é o melhor do Paulistão 2012. Final que nunca havia acontecido!

O time santista se classificou em terceiro lugar e o bugre foi o quarto melhor do Paulistão, mas na fase de mata-mata, as duas equipes apresentaram o fino da bola e despacharam Mogi Mirim, São Paulo, Palmeiras e Ponte Preta.

Acredito que todos já haviam previsto que o Santos seria facilmente um dos finalistas e esperavam apenas uma definição entre o trio de ferro. No entanto, os grandes decepcionaram e não conseguiram passar pelos obstáculos, deixaram a chance de parar e tirar a hegemonia do Santos no Paulistão para o Guarani.

Acompanhei todos os lances do clássico San-São e o que vimos foi um show do craque Neymar. Lucas até que tentou dividir as atenções com seu companheiro de seleção, mas o menino da Vila Sônia está muito longe de ser um craque, é um bom jogador.

Neymar driblou, provocou (com as bolas nos pés) e, o principal, marcou os três gols que deram a vitória e a chance do Santos fazer a trinca após 42 anos, pois a última vez que o Peixe conquistou o tri foi em 1969.

O São Paulo finalizou mais (7 a 5), levantou mais bolas (11 a 2), teve mais escanteios (4 a 0), e provou que quantidade não é qualidade. O Santos precisou de pouco tempo e poucos toques na bola. Cada um em sua especialidade. Adriano roubou a bola, Neymar clareou a jogada, Arouca avançou e tocou para Alan Kardec ser derrubado por um afobado Paulo Miranda, que manteve a regularidade de falhas da primeira fase. De azul, de pênalti, aos três minutos, Neymar fez o 118º da carreira, somando gols por Santos e Seleção Brasileira, 100º com a camisa branca do time praiano.

Os são paulinos deixaram muitos espaços para os meninos chegarem ao gol e mais uma vez, Neymar, em bela jogada, na frente de Denis e de canhota marcou o segundo.

O terceiro gol sofrido pelo São Paulo provou que abril foi o mês negro para os goleiros. Denis aceitou mais um chute de Neymar. As mãos fraquejaram no chute do craque.

O jogo nos rendeu outras emoções: gol do Santos anulado (corretamente); gol de Willian José (impedido); expulsão de Cicero, após falta sobre Neymar (justo); mas o cara do jogo foi Neymar.

Hoje, sem duvida, não existe jogador que se equipare ao craque brasileiro. Ver Messi e Cristiano Ronaldo em ação é muito bom, mas é gratificante saber que há em nosso país um jogador que pode (e deve) bater de frente a esses craques na eleição do melhor do mundo.

terça-feira, 17 de abril de 2012

"PCC" ESTÁ COM O PEIXE E O TRICOLOR

E aí galera Apaixonada por Futebol!

Estava a procura de algo interessante para escrever para vocês e encontrei no Jornal da Tarde uma publicação do grande Paulo Cézar Caju (PCC) que fez parte da geração de ouro do futebol brasileiro nos anos 60 e 70. Foi tri-campeão do mundo pela Seleção Brasileira, no México, e de clubes pelo Grêmio, em 1983. Jogou na França, nos quatro grandes do Rio e no Corinthians. Sem ser saudosista, exige o resgate do futebol brasileiro jogado com arte, alegria e vontade de ganhar sempre. Despreza retranqueiros e botinudos.

Por conta do trabalho e das aulas na faculdade, não estou conseguindo parar para escrever e expor minha opinião, com isso, me vejo na obrigação de dividir com vocês o que acho de interessante. Essa foi mais uma matéria que achei e espero que gostem também. Boa leitura!

Demorou, mas acabou a chatíssima fase de classificação do Campeonato Paulista. Três meses e 19 rodadas para definir os quatro times que acompanhariam os grandes nas quartas de final é mais tempo do que o bom senso recomenda e também mais do que a paciência do torcedor suporta. A esperança é de que a partir de agora tenhamos um pouco de emoção e jogos de nível técnico melhor.
Os corintianos e palmeirenses que me desculpem, mas declaro de peito aberto que vou torcer para o título ficar com Santos ou São Paulo. O motivo? São os dois times que jogam um futebol um pouco mais solto e têm mais recursos ofensivos.
O Santos me encantava nos tempos de Pelé e companhia, e agora que completou 100 anos me encanta com o talento das duas últimas crias de sua fábrica de craques: o endiabrado Neymar e o elegante Ganso. As jogadas que esses dois fazem dão vida ao esquema rígido do Muricy, que sempre foi um treinador que privilegiou a marcação. Os dribles do Neymar abrem espaço na frente, e os toques do Ganso iluminam o jogo no meio de campo.
O São Paulo melhorou muito este ano. Não é a oitava maravilha do mundo, mas pelo menos entra em campo com meias e atacantes de boa qualidade técnica e procura o gol. Jadson, Cícero, Lucas, Luís Fabiano e Fernandinho sabem jogar. E o Leão tem o mérito de não ficar enchendo o meio de campo de brucutus.
O Corinthians é campeão brasileiro, terminou a fase de classificação em primeiro e deve acabar a primeira fase da Libertadores como líder do seu grupo, mas não consegue me empolgar. Para muitos é o retrato da tal da “eficiência”, mas para mim não passa de um estilo (?) de jogo sem a menor graça.  O time se defende bem, leva poucos gols e não deixa o adversário jogar. Mas quando tem a bola joga pouco. É mais suor do que criatividade, uma equipe muito quadradinha para o meu gosto.
O Palmeiras é sem dúvida o pior dos quatro. A atuação ridícula no empate contra o Comercial mostrou a limitação do time de Felipão. Jogou 40 minutos com dois a mais e só conseguiu fazer gol em chuveirinhos. E ainda ficam reclamando que o juiz anulou um gol legítimo… – também nascido de chuveirinho, para não perder o costume. Com a bola no chão, o time não faz uma tabela e raramente consegue envolver a marcação. E o Felipão não abre mão de seus três volantes que são incapazes de ajudar na criação.
O torcedor palmeirense merecia um time melhor e um técnico de ideias mais arejadas.

domingo, 15 de abril de 2012

TIMÃO NO RUMO CERTO!

E aí galera Apaixonada por Futebol!

Enquanto os titulares descansavam para a Taça Libertadores, os reservas deram ao Corinthians a liderança do Campeonato Paulista. Na última rodada da primeira fase, o Timão B ignorou a força da Ponte Preta em Campinas e venceu por 2 a 1, no estádio Moisés Lucarelli, terminando a primeira fase na ponta. O adversário nas quartas de final será a própria Macaca, no próximo fim de semana, no Pacaembu - a Federação Paulista divulga a data na terça-feira.
Os corintianos já estão ficando mal acostumados, o time é líder na Libertadores e na tarde deste domingo conquistou a liderança do Paulistão. Sem contar a liderança que rendeu o título do BRA-11, sendo assim, faz um bom tempo que os corintianos não sabem o que é ser segundo colocado ao final de um torneio ou fase classificatória.


O Timão contou com a incompetência do rival São Paulo para chegar ao topo da tabela. O Tricolor perdeu por 2 a 1 para o Linense, em Lins, e permitiu que o Alvinegro assumisse o posto justamente na partida final. 

Hoje com os reservas que ignoraram o poder da Macaca, que jogava em seus domínios, e foram logo mostrando que podem ser titulares de qualquer equipe do futebol paulista e quem sabe nacional. A postura era de time titular e foram logo para o ataque. No primeiro tempo, o goleiro Danilo Fernandez só passou por um susto em cabeçada que passou rente a sua trave direita.

Chicão, o eterno capitão e único titular em campo, fez uma ótima partida, se antecipava muito bem as jogadas, com ótimos passes que armavam bons contra-ataques e, em pênalti que não existiu, marcou e abriu o placar. 

Welder também fez boa partida e com ótimas chegadas ao ataque foi premiado com a marcação do segundo, em lance que mostrou oportunismo para marcar no rebote do goleirão. Douglas voltou a apresentar segurança, confiança e deu bons passes, voltou a ser bom articulador. Vitor Junior mostra-se pronto para ser relacionado para a Libertadores da América. Jogou bem, mas pecou em alguns lances que poderia simplificar e preferiu dar um toque a mais.  

Esses são alguns destaques da partida. Só que em todo jogo temos alguém que não rende o esperado e hoje, acredito que Ramon ficou devendo. O capitão interino, estava nervoso e errando passes que não costuma errar.


Após a marcação do segundo gol, o Timão afrouxou a marcação e a Macaca passou a pressionar. O Timão conseguiu conter os avanços, mas aos 45min, o árbitro deu pênalti de Willian Arão em Maranhão, convertido por Renato Cajá.


No gol sofrido pelo Timão, pontuo a inexperiência de Willian Arão, mas o moleque tem credito.

Com o jogo praticamente decidido, a expectativa ficou por conta da estreia de Zizao com a camisa do Corinthians. Tite aumentou ainda mais a dúvida sobre a entrada. De trás de um dos gols, Zizao viu o treinador colocar Giovani e Felipe, restando apenas uma troca. O sonho do asiático acabou aos 42, quando o técnico chamou Matheus para entrar.

A vitória foi uma resposta silenciosa para Luis Fabiano que no meio de semana brincou sobre chegada conjunta com Corinthians: "a gente sempre está em 1º"

Instigado pelos repórteres que estavam no aeroporto, Emerson Sheik deu uma resposta em tom de brincadeira e disse: “Eles chegaram na frente né [no desembarque]. Por enquanto eles estão na frente, vamos ver até quando. Se eles bobearem, talvez cheguem depois”.

O Timão terminou com 46 pontos, enquanto o o São Paulo estacionou nos 43 e ficou em segundo lugar.

domingo, 8 de abril de 2012

TIMÃO 1 x 0 PAULISTA

E aí galera Apaixonada por Futebol!


A Falta de tempo está me deixando em maus lenções, não estou conseguindo assistir aos jogos e me vejo na situação de transmitir postagens de outros blogueiros e jornalistas. Hoje a matéria é de um jornalista muito conhecido e polemico, Mauro Beting escreveu em sua pagina no Lancenet e estou compartilhando com vocês. Boa Leitura!
Vitória de Libertadores do Corinthians. Vontade e aplicação desde o início, e gol no fim de Willian. Merecia mais que o 1 a 0, mas teve tranquilidade em campo e na arquibancada para mais uma vez fazer o dever de casa.
Tite trocou novamente os nomes, mas manteve os números táticos que são os mesmos desde Mano: um 4-2-3-1 com meias que se mexem bem. E que, aos 30 minutos, quase sempre mudam de lugar. Willian começou pela esquerda e teve duas das três chances corintianas no primeiro tempo. 
Ramirez iniciou aberto pela direita e foi caindo pelo meio, trocando de função com Danilo. Os primeiros 10 minutos foram corintianos. Os 10 minutos seguintes foram do Paulista. Os 25 restantes foram iguais. Luiz Carlos Martins prendeu um pouco mais Bruno Formigoni e fechou mais o meio-campo, liberando Dener e Chiquinho para encontrar a velocidade de Richely. O Paulista acabou chegando mais, enquanto o Corinthians errava passes e perdia força.
No segundo tempo, Tite voltou com Willian pela esquerda para cima de Samuel Xavier, avançou Danilo por dentro para encostar em Liedson, soltou um pouco mais Paulinho e os laterais. O Paulista não manteve a mesma força na marcação e, a rigor, só foi ter uma chance depois de levar o gol de Willian, aos 34 do segundo tempo, em belo cruzamento-passe de Fábio Santos no primeiro pau para o atacante marcar seu terceiro gol de cabeça pelo Corinthians em dois anos.
O Timão só não fez mais nas 11 chances que teve em 90 minutos pela ótima atuação de Wagner, mais uma boa revelação de goleiro lançada pelo Paulista nos últimos 10 anos. Mas não suficiente para segurar um Corinthians eficiente e que, desta vez, merecia mais que o placar magro no Pacaembu. A oitava vitória por um a zero em 2012.

domingo, 1 de abril de 2012

LIEDSON VOLTOU E O TIMÃO GOLEOU

E aí galera Apaixonada por Futebol!

Não é mentira não! Muito menos sarcasmo com a fase que Liedson e o Timão viviam. O Levezinho não marcava a exatos 13 jogos e o Timão não vencia com diferença de mais de dois gols desde 09 de outubro de 2011, quando, pelo BRA-11, venceu o Atlético - GO pelo placar de 3 a 0.
Divulgação: Site Oficial do Timão
Liedson andava cabisbaixo e triste pelos 13 jogos sem marcar, mas não perdeu a motivação. Calibrava o pé sozinho nos treinos, e nos jogos aparecia na marcação, nos contra-ataque e buscava incessantemente o gol. No dia da mentira, o esforço foi recompensado. Com uma grande atuação coroada com dois gols e uma assistência, o atacante comandou a vitória do Corinthians por 3 a 0 sobre o Oeste, em Presidente Prudente.

Hoje foi o dia de desencantar, Liedson comandou o Timão e levou o time a mais uma vitória no ano. Precisou que o Timão ficasse com um jogador a mais para a qualidade do grupo se tornar em gols, pois as oportunidades já existiam aos montes. 

O técnico Tite bancou o jogador e mesmo diante da má fase não o barrou, bateu de frente a varias opiniões contrarias as suas escalações. Essa confiança foi recompensada com dois gols e o passe para o outro, marcado por Willian, jogador contestado nas últimas partidas e preterido na última partida valida pela Libertadores.

Durante a partida era nitida a impressão que todos jogavam por Liedson e Liedson jogava por todos. Quando a bola se aproximava da área, os jogadores logo procuravam Liedson para ver se estava em condições de marcar. Já o Levezinho, mesmo em condições de marcar, procurava alguém que pudesse servir e deixa-lo em condições de balançar as redes.

No primeiro gol, Liedson foi oportunista, aproveitou de uma bola chutada com força por Emerson e só empurrou para as redes. O segundo do Timão não foi dele, mas pela jogada, 70% do gol tem de ser colocado em sua conta. Roubou a bola no meio-campo, avançou e deixou Willian em ótimas condições para marcar. O terceiro foi o gol do coletivo, Willian tocou para Ramirez, o meia de primeira coloca Liedson na cara do gol. O atacante não perdoou e marcou o seu segundo gol e deu números finais a partida. Oeste 0 x 3 Corinthians.


Além da ótima e decisiva atuação de Liedson, temos que destacar o coletivo da equipe de Parque São Jorge. Edenilson acredito que não perca mais a vaga na lateral para Alessandro, pois o que em apresentando é incrível. Emerson não pode ser deixado no banco de reservas, é diferenciado e pela esquerda jogando ao lado de Fábio Santos, formam uma dupla muito forte. 


E Willian deu outra cara ao jogo quando entrou na vaga de Douglas, que não vem apresentando um bom futebol. Isso mostra que o time não precisa nomear uma camisa 10, pois o grupo é muito bom.

Na próxima rodada, penúltima da primeira fase da competição, o Corinthians recebe o Paulista no Pacaembu, às 16h do domingo. Já o Oeste encara o Bragantino, no Nabi Abi Chedid, às 18h30 do próximo sábado.

segunda-feira, 26 de março de 2012

LIÇÃO DO TIMÃO

E aí galera Apaixonada por Futebol!
Esse final de semana foi bem corrido, por isso não tive tempo de assistir ao grande clássico entre Corinthians e Palmeiras. Assisti apenas os melhores momentos que não me deram embasamento para escrever algumas linhas sobre o grande jogo.

Vasculhando os sites de esportes pela manhã, encontrei o texto de Luiz Antônio Prósperi – para o estadao.com.br e Jornal Estado de São Paulo - que achei bem interessante e decidi dividir com vocês. O texto recebeu o seguinte título: LIÇÃO DO CORINTHIANS. Mas como esse blog é de um corinthiano será publicado como: LIÇÃO DO TIMÃO!
Boa leitura!

É muito fácil procurar e encontrar um vilão em um grande clássico. Basta analisar o resultado da partida para se tirar a inevitável conclusão. Ontem, o sempre correto Márcio Araújo, volante do Palmeiras, foi o crucificado da rodada. Ele deu dois gols de graça ao Corinthians, que venceu de virada por 2 a 1 e despachou o último invicto do Campeonato Paulista, na tarde de homenagens a Chico Anísio e num dia em que mais um torcedor morreu em confronto de organizadas.

Mesmo com os vacilos de Márcio Araújo não se pode garantir que um clássico é decidido apenas por detalhes. Conta, e muito, a eficiência e a proposta de jogo. Que o diga o Palmeiras, em especial no primeiro tempo.
O time entrou para marcar os principais artífices do Corinthians. Limitar seus espaços. E usar do talento de Valdivia e a precisão de Marcos Assunção para resolver o jogo a seu favor.

Com 17 minutos, quando já vencia por 1 a 0 - gol de Assunção chutando de longe, com desvio em Castán e iludindo Júlio César -, o time de Felipão cumpria com rigor o que havia sido programado nos vestiários.

Era assim: Márcio Araújo com marcação individual em Emerson Sheik, Cicinho colado em Jorge Henrique e Assunção no encalço de Danilo. Restava bloquear Paulinho, com bom trânsito no setor direito combinando com Edenílson. Dois contra um, no caso Juninho.

Então Felipão puxou João Vitor da direita para socorrer Juninho na esquerda e Maikon Leite abriu na ponta direita para inibir as investidas de Fábio Santos. Tudo bem ajustado.

Diante desse quadro, o Corinthians pouco produziu. Foi mais agudo, pressionou a saída de bola do inimigo, mas viveu de cruzamentos na área sempre em direção ao apagado Liedson. Deola teve pouco trabalho.

Se o time de Tite mantinha seu estilo de marcar forte lá no campo do adversário, errava quando era obrigado a se recolher. Não havia ninguém muito preocupado em cuidar de Valdivia, acompanhar os seus passos. Então o chileno fez o que bem entendeu. Foi dele o passe, a bola rolada, para Marcos Assunção desferir o petardo do único gol na etapa inicial.

Virada agônica. Agora apaga tudo o que se viu no primeiro tempo. No início do segundo, o clássico trocou de lado. Literalmente. Com seis minutos, o Corinthians virou o jogo. Em dois lances iguais: faltas na lateral com Jorge Henrique levantando na área e duas pixotadas de Márcio Araújo, que deu um gol para o Paulinho e fez outro contra.

A virada corintiana, como um relâmpago, destroçou o Palmeiras. Emerson foi jogar na ponta-esquerda em cima de Cicinho e Jorge Henrique abriu na direita, com Paulinho marcando e atacando como nunca. A eficiente marcação palmeirense virou pó. Lá na frente, Valdivia já não tinha tanto espaço para agir.

Felipão, de imediato, trocou Maikon Leite por Ricardo Bueno para encostar no sumido Barcos. Não deu certo. Depois tentou o meia Pedro Carmona no lugar de Cicinho. Também em vão.

Com a vantagem no placar, o Corinthians pôde ser ainda mais Corinthians. O time se encorpou, disputou palmo a palmo cada naco de campo e se impôs coma autoridade de campeão brasileiro. Ralf e Paulinho formaram um paredão na proteção da zaga. Não havia meios de o Palmeiras furar o bloqueio.

Seguro, dono de si e dessa vez sem provocações ao tradicional adversário, o time de Tite controlou as ações. Empurrado por uma multidão vestida de preto e branco, que não deu trégua nos cânticos e na emoção, o Corinthians fez do Pacaembu a sua fortaleza intransponível.

Do outro lado havia um punhado de nervos tensos, prontos para explodir. O tão decantado equilíbrio se partia a cada minuto. O Palmeiras, até então há 22 jogos sem perder, havia sentido o peso da derrota quando ainda restava quase meia hora para o apito final. Assim, não era difícil prever o fim da história. O último invicto do Paulista estava na lona. Sem choro e nem vela. 

domingo, 4 de março de 2012

SANTOS PROCURA E ACHA!

E aí galera Apaixonada por Futebol!

A Vila Belmiro ficou fechada para reforma por aproximadamente três meses e foi reaberta nesse domingo e antes de sua reinauguração uma nota que entristece os amantes do futebol. Cerca de 60 torcedores do Timão, armados com barras de ferro, pedaços de madeira e pedra, surpreenderam alguns fãs do Peixe no Canal 2, a poucos metros da Vila Belmiro.
Voltando a falar de futebol, em campo estavam frente a frente a melhor defesa e o melhor ataque. O Corinthians havia sofrido apenas quatro gols, o Santos marcado vinte e sete vezes.

O Timão, visitante, entra em campo com uma equipe bem diferente da que entrou em campo na quarta-feira, diante do Grêmio Catanduvense. Tite deve ter se precavido para ao termino da partida ter como se defender e jogar a culpa no fato de entrar em campo com uma equipe com mais reservas.

O Peixe foi para o jogo com todos os seus jogadores titulares, não se importou com a possibilidade de desgaste para a partida de meio de semana, diante do Internacional, pela Libertadores da América.

O Santos foi uma equipe incisiva e objetiva na partida, buscou o jogo e levava perigo ao gol de Julio Cesar. Neymar não foi o Neymar de sempre, mas quando teve a bola em seus pés, deu trabalho e no primeiro tempo foi o que mais arriscou chutes a gol. 

Nas últimas partidas o craque vinha fazendo grandes apresentações, no entanto, nessa tarde os protagonistas foram Ganso e Ibson. O primeiro, sem duvida, é o cérebro da equipe, traz uma qualidade fora de serie ao meio campo, consegue cadenciar a partida e dar velocidade ao time no momento certo.

Ibson soube aproveitar os raros espaços na defesa corintiana e em com belo passe de Ganso, o meio-campista esperou Júlio César sair e colocou embaixo das pernas do goleiro corintiano, abrindo o placar. 

A partir do gol santista, o jogo passou a ser de paciência, pois o Santos não se arriscava ao ataque e esperava o Corinthians. 

Nos minutos finais, o Timão melhora e impõem uma pequena pressão, sem exito.

O Santos entrou em campo para vencer, analisou a equipe corintiana, pressionou, marcou e segurou o resultado.

Já o Corinthians se escorou na diferença que tinha para o segundo colocado e não correr risco em perder a liderança, entrou em campo displicente, buscou o empate e foi castigado. Tite sofreu o revés e não se encontrou em suas substituições, demonstrou grande duvida na hora de optar por Paulinho e Douglas. Optou por Paulinho e falhou quando deveria colocar o meia Douglas.

O Santos assumiu a vice liderança com 27 pontos e na quarta-feira recebe em casa, pela Libertadores, o Internacional.

O Corinthians perde a invencibilidade, continua líder, com dois pontos de vantagem, e na quarta-feira recebe no Pacaembu, pela Libertadores, o Nacional - PAR. 

sexta-feira, 2 de março de 2012

EM TOM DE PALPITE VOLTOU!

E aí galera Apaixonada por Futebol!

O Em Tom de Palpite voltou!

A décima segunda rodada do campeonato Paulista será marcada pelo grande duelo entre Santos e Corinthians, na Vila Belmiro. Será o grande encontro entra a melhor defesa e o melhor ataque.

O Timão cultiva uma defesa equilibrada e muito bem orientada, o número de gols sofridos em onze partidas é supreendente, foram apenas quatro. Já o Santos enche os olhos dos torcedores e as redes dos adversários, o ataque, comandado por Neymar, marcou 27 vezes nesse Paulistão.

O Clássico Alvinegro também chama a atenção por conta da má fase dos centroavantes que, provavelmente estarão em campo, Adriano e Borges não estão vivendo um bom momento. O primeiro ainda pode ganhar mais uma chance na equipe titular, isso por que Liedson, ao lado de Danilo, foi vetado pelo departamento fisico. Ainda não ganhou confiança diante da torcida e corre serio risco de não renovar seu contrato com a equipe de Parque São Jorge. Nessa temporada, marcou apenas um gol.

Borges, pelo lado santista, está em melhor situação que seu oponente, marcou uma vez e tem a confiança de sua torcida e companheiros. Muricy também exalta o trabalho de seu comandado e diz que o gol é questão de tempo. Como é atacante do time mais positivo, sua má fase não faz tanta diferença.

O palco para o show está preparado, pois a Vila Belmiro foi reformada e o gramado aprovado por Muricy Ramalho. Tudo está propenso a um bom espetáculo que colocará frente a frente, os Atuais Campeões da Libertadores e Campeonato Brasileiro.

Confira abaixo os palpites do TOM DE BOLA e aproveite para deixar os seus!

domingo, 26 de fevereiro de 2012

EQUILÍBRIO NO CHOQUE REI

E aí galera Apaixonada por Futebol!

Nessa tarde de domingo ensolarada, Palmeiras e São Paulo fizeram o jogo de número 300 na história do choque rei e mais uma vez o equilíbrio prevaleceu. O empate em 3 a 3 foi o placar mais justo pelo que apresentaram as duas equipes. 

Os holofotes estavam direcionados para dois jogadores: Lucas, pelo lado do Tricolor e Marcos Assunção, pelo lado Verde. O garoto Tricolor preocupava os palmeirense por sua habilidade e velocidade nas investidas ao ataque. A zaga são paulina estava apavorada com o que vem apresentando o melhor cobrador de faltas do país, Marcos Assunção era considerado a maior arma de Felipão.

Vi uma entrevista de Leão que dava dicas de como minimizar as possibilidades de gol do time verde em bolas paradas. Dizia o comandante que a referencia de um batedor de falta é a barreira, então, a solução era tirar e deixar o cobrador sem ponto de apoio.

Acredito que Denis não viu a entrevista e sofreu o primeiro em falta cobrada por Daniel Carvalho. A barreira nesse lance serviu para atrapalhar o jovem goleiro.

Com o revés e sem jogador que se apresentasse para desequilibrar no ataque, pois Lucas e Willian José estavam presos na defesa verde, Leão pede para Cicero ir para a área e resolver. O jogador obedece e em passe de Casemiro, marca o empate para o Tricolor.

Pelo lado do Palmeiras as esperanças estavam sobre Marcos Assunção, mas quem brilhou foi Barcos, que marcou o segundo e o terceiro gol da equipe de Parque Antártica. No segundo gol, mostrou que é matador de verdade e veio para suprir essa grande necessidade de Felipão e carência palmeirense. Com muita calma, recebeu de costas para o zagueiro, fez o giro, ficou de frente para o gol, mas ainda teve tempo de dar um lindo drible em Piris antes de marcar. 

Já pelo lado Tricolor, tenho que destacar a ótima atuação de Fernandinho que entrou no intervalo no lugar de Jadson. Com a entrada do jogador velocista, o São Paulo equilibrou a partida e chegou ao empate com o pênalti sobre Cortês, que Willian José converteu e deixou tudo igual.

O jogo manteve uma ótima velocidade, o Palmeiras tinha mais posse de bola e tocava mais, o São Paulo investia em boas jogadas pelo lado esquerdo com Cortês e Fernandinho, Lucas continuava apagado.

Aos 26 minutos, Barcos marcou mais um em falha da defesa são paulina. Os defensores do Tricolor deixaram o atacante sozinho para marcar. Com muita calma, sua marca registrada, e com um toque simples, Barcos mostrou que os problemas do Palmeiras acabaram e gols não vão faltar.

Enquanto lá na frente, Barcos resolvia, a defesa não se entendia e Fernandinho se aproveitou dos erros defensivos e empatou pela última vez. O empate veio da melhor maneira possível, o atacante avança, não é pressionado por Marcos Assunção e chuta de fora da área, GOLAÇO!

Com o empate o Palmeiras mantém a invencibilidade e permanece em terceiro lugar na competição. O São Paulo é o quinto colocado, mas para permanecer na posição depende do jogo entre Oeste e Mogi Mirim. Caso o Mogi vença, o São Paulo cai para sexto.

Os destaques do clássico são as soluções das equipes? 
Pelo que apresentaram nessa partida podem ser considerados como soluções. Barcos é sem duvida a melhor opção para o ataque palmeirense, mas vai precisar de um substituto a altura, Fernandão não resolve. Fernandinho não pode ficar no banco Tricolor, não tem jogador melhor que ele entre os possíveis reservas. Jadson é um bom jogador, mas não resolve a necessidade do São Paulo e Lucas sozinho não faz verão. 

O que você acha? Deixe sua opinião!

sábado, 18 de fevereiro de 2012

RESERVAS DE LUXO!

E aí galera Apaixonada por Futebol!

Hoje o Corinthians foi ao Anacleto Campanella encarar a maior pedra no sapato dos últimos anos, o São Caetano é um adversário que dá frio na barriga da maioria dos corintianos. Todas as vezes que o jogo é diante do azulão, a sensação é de apreensão, na história do confronto o Corinthians havia vencido 10, o São Caetano 13 e quatro empates. Com isso, imagine qual foi a sensação de hoje, diante de um time B, onde provavelmente estariam desentrosados e sem ritmo de jogo?
 (Divulgação: GLOBOESPORTE.COM)
Quando a partida iniciou e o azulão disfarçado de Boca Juniors (pois entrou com um uniforme que lembrava o time argentino) foi para cima e antes do primeiro minuto obrigou Danilo Fernandes a praticar bela defesa, pensei: "hoje o Timão perde a invencibilidade". No entanto, a equipe está preparada e bem treinada, apesar das limitações, colocou a bola no chão e passou a tomar as rédias da partida.
São Caetano (esq) / Riquelme - Boca Jr. (dir)

Não foi uma partida brilhante, mas deu para perceber que no banco de reservas e na terceira opção têm jogadores aptos e qualificados para assumir a vaga dos titulares a qualquer momento. Vimos, também que, os que entram, chegam para manter o nível da equipe, sem que a torcida sinta diferença na qualidade do grupo. Não sei se essa sensação veio devido ao nível técnico do adversário não estar dos melhores.

Na única bola que foi para o gol, Danilo Fernandes mostrou reflexo e agilidade para tirar o que poderia ser o primeiro gol do Azulão. As laterais estiveram bem servidas por Welder e Ramon, o primeiro precisa aprimorar o fundamento cruzamento, peca bastante, mas no demais, os dois foram muito bem.

Wallace é o substituto imediato na zaga e a chegada de Marquinhos, que veio da base, coloca mais um jogador com qualidade e firmeza para assumir a bronca. O garoto fez uma partida sem comprometer, quando a jogada pedia o chutão, chutava, quando permitia a classe, não decepcionava.

Na cabeça de área estavam Edenilson e, o recém promovido, Gomes, o primeiro já vem mostrando que tem qualidade e muito potencial, já o segundo conquistou a copinha e ganhou uma chance. Chance essa que agarrou com unhas (de gavião) e dentes, fez uma boa partida e deu segurança aos defensores. Na lista para a Libertadores foi o primeiro nome que me veio a mente quando me perguntaram se estava faltando alguém. Ralf não tem substituto e pelo que o garoto apresentou na copinha e na partida de hoje, mostrou que pode substitui-lo em caso de falta do melhor volante do país.

O melhor da partida, em minha opinião, foi o peruano Cachito Ramírez. Boa movimentação, bem pelo lado direito, bom toque de bola e, como sempre, levando muito perigo em arremates de fora da área. O meia supriu a má apresentação do maestro Douglas, que ainda não se enquadrou aos padrões do Timão. O maestro não fez uma boa partida, errou muitos passes, mas quando precisou acertar, acertou um belo passe e deixou Willian em ótimas condição para marcar o gol da vitória (o chute não saiu como queria, mas acertou o gol). No dia de seu aniversário, ele que deu o presente.

Willian foi, ao lado de Cachito Ramírez, um dos destaques da equipe alvinegra. Se movimentou muito bem, buscava o jogo, dava opção de passe e se tornou o homem da partida com o gol que determinou a manutenção da invencibilidade. O gol foi uma pintura pelo contexto da obra: ótimo passe de Douglas e Willian bate de primeira para marcar!

E o Adriano, jogou? O aniversariante do último dia 17, não fez uma grande partida, mas mostrou que tem muito a oferecer ao Timão e, também, que é o homem ideal para se fixar na área e explorar as jogadas como pivô. Antes de ser substituído e sair de campo ovacionado, se ofereceu para a tabela com Ramírez e a jogada quase resulta em gol do peruano.

Não foi uma apresentação de gala, mas a torcida reconheceu o empenho dos que estavam em campo e a cada substituição, os que saiam de campo recebiam uma salva de palmas. Douglas saiu e deu lugar para Vitor Junior mostrar que também está para servir a nação corintiana com qualidade. O meia entrou e deu trabalho para a defesa azul. Elton entrou no lugar de Adriano, mas não rendeu, tem vontade, mas falta técnica. Gilsinho foi usado apenas para consagrar o grande Reserva de Luxo, Willian sai para receber os aplausos da torcida.

Com a vitória, o Timão continua na cola do Verdão, empatado em número de pontos. O próximo adversário e a Barcelusa.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

POUPOU?

E aí galera Apaixonada por Futebol!

Um dia após as eleições no clubes definirem a vitória da situação através de Mário Gobbi, o Corinthians entrou em campo sem sua força máxima, poupou três de seus principais jogadores, visando minimizar os desgastes que o clássico majestoso poderia trazer. Alex, Emerson e Liédson não foram a campo para encarar o maior rival dos últimos anos, o São Paulo. Por outro lado, o Tricolor foi a campo com o que tem de melhor, entrou como favorito e com força máxima.
Divulgação: UOL
O clássico era encarado pela torcida como um termômetro, que determinaria as condições reais da equipe, que não apresentou bom futebol contra o Mogi Mirim, para o inicio da competição da América. Acredito que pensando nisso, o técnico Tite não entrou com sua força máxima. Digo isso por que se entra com a equipe titular e perde, sairia para a Venezuela com uma pressão muito maior do que se o revés fosse com o time misto.

No entanto, isso não foi encorporado pelos que estavam em campo, não deram espaço para o azar e proporcionaram para os 26.166 apaixonados por futebol presentes ao Pacaembu, um espetáculo do futebol. Com bom toque de bola, uma marcação implacável e com um lado esquerdo bem articulado, o Timão foi para cima do Tricolor e não deu espaço para os badalados: Lucas, Jadson (perdeu pênalti) e, agora, Willian José.

Quem comandou o jogo foi o maestro! Douglas que voltou? Não! O maestro que atende pelo nome de Danilo, maestro que é constantemente criticado por esse blogueiro, mas que cresce em jogos contra o seu ex-time, foi assim em 2010 (4x3), 2011 (5x0) e, agora, em 2012 (1x0). Danilo atuou na posição que mais lhe agrada e produziu o agradável para a equipe e torcida. O primeiro chute que levou perigo ao gol de Dennis saiu de seus pés, em uma linda jogada pelo lado esquerdo. No gol, se posicionou muito bem entre os zagueiros e subiu mais alto para testar firme para o fundo das redes. Sem duvida o maior destaque da partida.

Não posso esquecer do pequeno "grande" Jorge Henrique, o guerreiro. Aprontou muito em cima da zaga São Paulina: deu caneta, dribles ousados e arrumou a expulsão do perdido, João Felipi. O zagueiro não aguentou os dribles que levou do baixinho e lhe aplicou um rodo, o arbitro Raphael Claus não pensou duas vezes e levantou o vermelho. 


A expulsão veio em um momento delicado para o técnico Leão, que acabará de fazer três substituições ao mesmo tempo. Acredito que se não fosse a expulsão, o jogo ficaria equilibrado, pois o São Paulo mesmo com dez em campo passou a imprimir uma pequena pressão, mas o Timão se impôs, Julio Cesar praticou boa defesa em chute de Fernandinho e segurou o empate. 

Temos que ressaltar a primeira etapa do time alvinegro: não tomou conhecimento da equipe que melhor contratou na temporada e mostrou que não precisa fazer contratações, tem de ter vontade de jogar. 

Agora o próximo compromisso do Timão é a menina dos olhos, a Libertadores e a lista, tão esperada, já saiu, confira:


Goleiros: Júlio Cesar, Danilo Fernandes e Cássio
Laterais: Alessandro, Fábio Santos, Ramon e Welder
Zagueiros: Chicão, Leandro Castan, Paulo André e Wallace
Meias: Alex, Danilo, Douglas, Edenilson, Paulinho, Ralf e Ramirez
Atacantes: Adriano, Elton, Emerson Sheik, Jorge Henrique, Liédson, Willian e Gilsinho


Time Base: Julio Cesar, Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Alex e Danilo; Emerson Sheik e Liédson

E você, o que achou do jogo e da lista para a Libertadores? Deixe seu comentário!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

O ALVO É A LIBERTADORES

E aí galera Apaixonada pela Libertadores! Opá, Libertadores não, Futebol!

É, mas é essa a única coisa que os jogadores do Corinthians conseguem enxergar: Libertadores, Libertadores, Libertadores, Libertadores, Libertadores, Libertadores...

A única coisa que pode fazer a equipe do Timão apresentar um futebol com garra, vontade, atitude, ambição e agredir o adversário com impeto é a Libertadores.

Isso ficou claro no empate dessa quarta-feira diante do Mogi Mirim, o Corinthians tinha tudo para aplicar um placar elástico sobre os donos da casa. No entanto, se contentou com a marcação de um gol, de penalti, e tentou administrar o resultado até o final. Mesmo com um jogador a mais (Edson Ramos, tirou o gol com a mão e foi expulso) durante mais de 75% da partida, o time de Parque São Jorge acreditou que venceria a qualquer momento.

O que se via em campo era uma equipe lenta, sem foco e displicente na missão da partida, missão essa que se resume apenas na vitória.

A lentidão do time atribuo ao estilo do capitão. Alessandro foi poupado e a incumbência de liderar a equipe ficou por conta do meia Danilo, que com a sua calma e lentidão contagiou os demais jogadores. A displicência fica por conta do marcador do gol, Emerson não jogou com seriedade, pecou em jogadas infantis e passes desnecessários.

Leandro Castan tentou colocar um gás nos demais jogadores, mas esforço em vão, todos sabemos que uma andorinha só, não faz verão. A torcida, por sua vez, procurou fazer a sua parte e incentivar os que jogavam. Tentativa sem exito! Quando dez não querem, 30 milhões se decepcionam!

O corpo está no Paulistão, mas a mente está na América! Não tem como fujir! Essa edição da Libertadores está sendo considerada como se fosse a ultima oportunidade para o Timão conquista-la. Tudo isso graças a impressa que coloca essa pressão psicológica e faz de tudo para promover a euforia entre os torcedores para vender mais.

O ponto forte dessa apelação psicológica é o fato do Timão ter mantido todos os principais jogadores. Quantos times que mantiveram seus elencos do ano anterior e não obtiveram exito nas disputas do ano em questão? Já vi vários! E a manutenção da equipe corintiana para essa edição está sendo encarada como uma obrigação de sucesso, obrigação de título!

A manutenção do grupo não fará a menor diferença se essa equipe não entrar com vontade, disposição, ambição, garra e, principalmente, equilíbrio emocional para vencer as adversidades na Libertadores.

E você, o que acha dessa obrigação imposta pela impressa? Deixe sua opinião!

domingo, 5 de fevereiro de 2012

ANIVERSÁRIO DE NEYMAR, FESTA EM VERDE E BRANCO

E aí galera Apaixonada por Futebol!

A festa era de Neymar que completava seus 20 anos de idade, o Santos é considerado o melhor time do país na atualidade, Presidente Prudente era o palco para o gol de número 100 do aniversariante da tarde, tarde que era castigada pelo forte calor.
Foto: globoesporte.com
O jogo começa em marcha lenta, todos os jogadores tentam se poupar e evitar desgastes desnecessários, pois todos sabemos que o Paulista não é a menina dos olhos de nenhum dos clubes grandes, que disputam Copa do Brasil e Libertadores em paralelo.

Das arquibancadas se ouvia a torcida cantar o bom e velho parabéns para você.

O jogo não era tão bom, que aos quinze minutos de partida, Neymar vai a beira do gramado para trocar suas chuteiras. Será que era esse o problema? É, acho que sim! Neymar na seqüência troca passes com P. H. Ganso, o meia toca para Elano na entrada da grande área. O velho-menino da Vila, que tem sua permanência no elenco indefinida, chuta em diagonal para a boa defesa do goleiro Deola. 

O lance mexeu e acordou o Palmeiras, que em cobrança de falta, Marcos Assunção, sempre ele de falta, obriga Rafael a trabalhar e praticar bela defesa.

O jogo começou a ficar bom, o aniversariante começa a dar show e a defesa verde passa a para-lo com faltas duras. Mas o que chamaria a atenção antes do final do primeiro tempo, seria mais uma contusão do "craque" Valdivia. O jogador sentiu a coxa direita e deu lugar para a entrada de Daniel Carvalho. "Agora me digam por que o Felipão não ousou e colocou o Maikon Leite?"

Fim da primeira etapa e o bolo ficou para o segundo tempo. A festa ainda não estava bombando!

Em minha opinião, o Palmeiras voltou melhor e imprimia um melhor ritmo de jogo. Em duas oportunidades, Marcos Assunção teve a chance de marcar e o goleirão, que deve ir para as Olimpíadas, faz duas ótimas defesas. 

No entanto, o centésimo gol do homem estava próximo e saiu aos 24 minutos. Cruzamento de Ganso e linda cabeçada de Neymar, que só teve o trabalho de empurrar e comemorar. O atacante marcou seu gol de número 100 como profissional, que são distribuídos da seguinte forma: Pelo Santos, em 160 jogos marcou 82 gols; com o Brasil Sub-17, em 3 jogos 1 gol; Brasil Sub-20, em 7 jogos 9 gols e Brasil Principal, 15 jogos 8 gols (100 gols em 185 jogos).

Após o gol sofrido, Felipão aproveita para fazer uma substituição, que em minha opinião já se fazia necessária a muito tempo. No lugar de Luan entra o grande nome desse time, Maikon Leite entra e dá um novo ritmo ao time verde. 

Com a entrada de Maikon Leite, o Palmeiras, como sempre, jogou aguá no chopp santista e estragou a festa do "Pelezinho". Também se aproveitou da péssima exibição do arbitro  Luiz Flavio de Oliveira, que expulsou,injustamente, aos 42 minutos, o jogador Ibson. Pronto! Estava tudo armado e o Santos por sua vez, com muita displicencia, achou que o jogo já estava ganho e abusou dos erros. Neymar e Ganso tentavam fazer jogadas desnecessárias e fora de hora.

Aos 43, um minutos após a expulsão, Marcos Assunção cobra escanteio na cabeça de Fernandão, que testa para o fundo do gol. É o gol de empate! O rodado Fernandão chega ao seu terceiro gol com a camisa do verdão. Para quem não se lembra, o primeiro gol dele pelo Palmeiras, foi nesse mesmo estádio e sobre o Corinthians, em jogo valido pelo 19ª rodada do BRA-11.

Ainda tinha mais, e aos 47 minutos, Juninho tenta cruzamento rasteiro na área, Maranhão desvia para trás e faz contra! VIRA O PALMEIRAS!!!!!!!!!!!

Com a virada, o Palmeiras além de estragar a festa de Neymar (que saiu calado de campo), ganhou statos de m time em acensão, pois ouvi que as coisas estão mudando pelos lados da Academia de Futebol. Situação essa atribuída aos fatos ocorridos nos últimos dias: contratação de Barcos e do meia Wesley (ex-Santos), a parceria firmada com a Kia e a ótima vitória sobre o Santos. Alguns comentaristas apostam nas mudanças positivas no Verdão e você o que acha?

Será que o Palmeiras aspira melhores momentos nesse ano Apostólico para os palmeirenses?

Deixe seu comentário!