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domingo, 5 de junho de 2011

CORINTHIANS SÓ EMPATA NA DESPEDIDA DE PETKOVIC

Corinthians vai ao Engenhão encarar o Flamengo, em jogo que marcou a despedida de Petkovic dos campos de futebol. Festa armada, homenagens e tudo para ser um jogo com vitória rubro-negra. O Corinthians venceu seus dois primeiros compromissos, mas não apresentou aquele futebol de encher os olhos. Então tudo estava propenso a uma vitória rubro-negra.

A festa era deles, mas o Corinthians inicia a partida com ímpeto, parte para cima do Mengão e com menos de um minuto de jogo, William e Liédson obrigam o goleiro Felipe a fazer duas defesas. O Timão entrou em campo com uma postura muito ofensiva, marcava a saída de bola e forçava o adversário ao erro. 

Por diversas vezes o Mengão tocava, tocava, mas não tinha evolução nas jogadas. Com isso o erro de passe era eminente. 

O Corinthians se aproveitava muito bem dessa ineficiência do meio campo Rubro-negro. Ronaldinho estava preso entre a forte marcação e não recebia nenhuma boa bola para a construção de alguma jogada. Por outro lado, as poucas vezes que Pet tocou na bola, via-se uma evolução e passes com mais qualidade. 

No meio campo, o Corinthians contava com a "lentidão" de Danilo, que por mais de uma vez dormiu no ponto e perdeu bolas bobas. “Não vejo a hora de Alex estrear”. Jorge Henrique se encontrou novamente e fez um primeiro tempo muito bom, em seu primeiro lance, recebeu de Danilo e chutou. A bola bateu na rede pelo lado de fora. Mais uma grande chance do Timão em menos de seis minutos.

O Flamengo tinha mais a posse de bola. Aos 17 minutos, as estatísticas apontavam que os donos da casa tinham 65% contra 35% de posse de bola. Mas como posse de bola não quer dizer nada. O estreante provou isso em bela jogada pela direita, Welder passou pelo marcador e deu um belo passe para Willian. O atacante antecipou-se ao zagueiro e só desviou para marcar o primeiro gol do jogo.

A torcida do Mengão que era só euforia pela festa em homenagem a Pet e o fato do Vasco estar tomando uma sonora goleada de 3 a 0 do Coritiba. Se calou e nem comemorou o quarto gol que sairia na sequência. 

Welder que chegará ao clube após o termino do Campeonato Paulista, mostrou que tem qualidade e vai incomodar o intocável Alessandro na disputa pela vaga da lateral direita.

O Timão jogava bem, marcava e não deixava o Mengão jogar. Toda falta que acontecia a favor dos donos da casa, a torcida pedia que Pet cobrasse. Ele estava cobrando todas, mas em algum momento teria que ser trocado o batedor. 

A primeira grande jogada de perigo a favor dos cariocas saiu exatamente dos pés do dono da festa. Pet toca na passagem de Vanderley. Júlio Cesar sai e na batida pratica grande defesa, impedindo o gol de empate.

Welder levava perigo em suas subidas ao ataque e em uma desses apoios, fez grande jogada sobre Egidio, que o derruba. Bom de bola esse menino, vai dar trabalho.

Mas aos 39 minutos, Ronaldinho é derrubado por Fábio Santos. Pet vai para a bola e quando todos imaginavam que ele cobraria, só ameaçou. Renato foi para a bola e com um chute "maravilhoso", acertou o ângulo de Julio Cesar, que nada pode fazer. GOLAÇO!!!

Com o jogo em igualdade o arbitro encerra o primeiro tempo. E com o fim do primeiro tempo se encerrou a carreira desse grande jogador que atende pelo nome de Petkovic.

QUEM É?
Nome: Dejam Petkovik
Nascido em 10 de setembro de 1972 na cidade de Majdanpek, Iugoslávia.
Jogou no Radnicki Nis (IUG), Estrela Vermelha (IUG), Real Madri (ESP), Sevilha (ESP), Racing Santander (ESP), Vitória (BRA), Venezia (ITA), Shanghai Shenhua (CHN), Vasco (BRA), Al-Ittihad (ARA), Fluminense (BRA), Goiás (BRA), Santos (BRA), Atlético - MG (BRA) e Flamengo (BRA).
Pelo Flamengo, onde encerrou sua carreira, jogou 199 jogos e marcou 57 gols (em duas passagens)

Depois da homenagem prestada. As duas equipes voltam para o gramado. No lugar de Pet, como já era esperada sua substituição, entra Negueba. Foi a unica alteração, mas em minha opinião, não precisava acontecer, pois o Pet estava jogando muito bem e não aparentava cansaço. No entanto, o garoto que foi destaque na conquista da Copa SP de Juniores, entrou muito bem e deu trabalho ao Corinthians.

Logo no início, antes dos 10 minutos, Julio Cesar e Felipe trabalham muito bem e impedem gols em bolas alçadas nas áreas. Os goleiros praticaram belíssimas defesas. 

Liédson sente dores e pede substituição, pensei que entraria o Sheik, mas o técnico Tite faz uma alteração inesperada e mata o poder ofensivo do Timão. Tira o levezinho e proporciona a estreia de Edenílson. Entrou muito bem, mas o Timão perdeu referencia no ataque e seu poder ofensivo.

O outro estreante continuava dando trabalho pela direita e deixando uma enorme pulga atrás da orelha do contundido Alessandro. 

O Flamengo mudou a maneira de jogar e Ronaldinho passou a buscar mais o jogo no meio campo. As duas equipes mais abertas e mais espaços. Ronaldinho dá belo passe para Diego Mauricio, que entrou muito bem aos 14 minutos do segundo tempo. Mas o atacante chuta na rede pelo lado de fora. O Mengão tinha mais as iniciativas da partida.

Em um lance no meio campo, Ronaldinho recebe falta de Leandro Castan e na sequência quase acerta o zagueiro do Timão com uma solada. Falando no zagueiro, que bela partida, matou todas as possibilidades de avanço dos Cariocas, usou bem suas armas contra as jogadas de Ronaldinho e seus companheiros.

Corinthians e Flamengo chegaram aos 29 minutos sem produzir muito, mas aos 30, William recebe bom passe de Paulinho, mas no arremate a bola vai, mais uma vez, na rede pelo lado de fora.

No minuto seguinte, Ronaldinho responde a altura. Quero dizer: "responde rasteiro".

Chuta rasteiro da entrada da grande área, a bola vai à trave. Que susto!

Emerson Sheik precisava estrear e Jorge Henrique dá uma forcinha. Sente dores e pede substituição. Tite atende e coloca mais um estreante em campo. 

Quando pisou o pé no gramado, a torcida Rubro-negra o recepciona com uma grande vaia. E em cada lance que a bola ia para os seus pés, a vaia era maior. Estranho! Ele não cantou uma musica referente ao Mengão quando jogava no Fluminense?

Vaias deixadas de lado, aos 40 minutos, o atacante faz bela jogada e passa para o outro estreante, Edenilson chuta, mas Willians desvia de cabeça e impede o segundo gol corintiano. O Timão passa a exercer pequena pressão e em um escanteio. Bola na área, Leandro Castan desvia e Felipe opera milagre com uma ótima defesa.

Fim de jogo e empate em 1 a 1. Para o Timão é ótimo, que soma sete pontos e fica na ponta provisoriamente ao lado de Palmeiras. 

Ah! Mais uma coisa. Fim de jogo no Couto Pereira, e o Vasco foi humilhado pelo placar de 5 a 1. Quase se igualou ao Palmeiras, que foi desclassificado com uma derrota por 6 a 0. Cuidado Vascão! Quarta-feira tem mais e vale título.

sábado, 4 de junho de 2011

SELEÇÃO BUROCRÁTICA 2: JOGANDO EM CASA

A Seleção Brasileira reencontrou seu carrasco na Copa do Mundo de 2010. Brasil e Holanda jogaram no Serra Dourada, em Goiânia.

Para Holanda um meio de conhecer o país que sediara a Copa de 2014 e apresentar o campo, clima e torcida a seus jogadores. Mas para os brasileiros era uma questão de honra, pura vingança, mas uma vingança sem peso nenhum.

Caso não se recordem, a Holanda desclassificou o Brasil de uma Copa do Mundo, não era um amistoso e esse jogo não valeu nada. E mesmo com o desejo de vingança, o Brasil não conseguiu passar de um melancólico empate sem gol, sem emoção e sem futebol.

A Seleção do Brasil entrou em campo com uma formação aparentemente 4-4-2, mas quando o jogo começou parecia ser um 4-3-3. Robinho que poderia ser o homem de criação, jogava pelo lado direto, Neymar pela esquerda e Fred como um verdadeiro atacante de ofício na área para brigar com os zagueiros.

A Holanda jogava com três atacantes, Affelay e Kuit recuando até o meio, saindo com velocidade e servindo o grandalhão Van Persie, quando acionado, foi muito eficaz para gerar perigo ao gol de Júlio Cesar.

As jogadas do Brasil eram mais pelo lado esquerdo, com o apoio de André Santos e buscando sempre os pés de Neymar. Cada bola recebido pelo Menino da Vila, a barulhenta torcida fazia mais barulho ainda maior. A esperança que alguma jogada mágica fosse executada, mas a marcação era dura e eficiente. Marcação que sempre era feita por dois jogadores, um no bote e outro na cobertura. No bote estava Van der Wiel, que não perdeu uma bola.

Para que saísse alguma jogada mais aguda, Neymar precisou se deslocar para o meio. E quando fez isso, acionou Robinho, que por causa do seu novo topete estava impedido, na sequência foi concluída a gol por Ramires, mas anulada.

Até os vinte minutos de jogo, o domínio era Brasileiro, no entanto, esse domínio era estéril, não produzia nenhum fruto, nem se quer um chute a gol. 

Mas aos vinte e um minutos aconteceu alguma coisa! Opa, mas para o lado errado!

Jogada pela esquerda do ataque holandês, bola na cabeça de Van Persie, que, com um belo toque, coloca Affelay na cara de Julio Cesar. O goleirão dá um jeito e salva o Brasil do que poderia ser o primeiro gol. Não demorou muito tempo e o mesmo Affelay obriga, mais uma vez, Julio Cesar a se virar. Bela defesa! E tudo isso acontecendo pelo lado direito da defesa e o Brasil não havia chutado uma bola ao gol.

Sofrendo com a falta de criação, num time burocrático, pois a incumbência de municiar o ataque estava nos pés de Elano. Nada contra, mas não dá. O cara é um segundo homem de meio campo! Para que dois volantes mais recuados e Elano, se tinha Lucas no banco? Não saiu um passe de qualidade dos pés desse belo jogador, mas que não pode ficar com o dever de armar o time.

Em um lance que poderia tocar fácil, preferiu colocar em profundidade para Neymar, que nada pode fazer. Só olhar a bola sair para lateral.

Para sair um chute mais perigoso ao gol da Holanda, precisou que Ramires viesse como homem surpresa e chutar de fora da área. Passou longe, mas chutou.

Antes do final do primeiro tempo, a defesa brasileira bateu cabeça numa cobrança de falta e Van Persie quase marca sozinho.

O goleiro Kurl só teve o prazer de tocar na bola no início do segundo tempo, quando Neymar se infiltrou na área, recebeu belo passe e chutou para ótima defesa do goleirão.

Não houve nenhuma alteração para o segundo tempo, mas a postura era outra, a mobilidade era outra e Elano se achou em campo. Mesmo assim os 36 mil apaixonados pediam a entrada de Lucas. Não só eles, eu também queria que o menino entrasse.

Com a mudança de postura a torcida ficou mais eufórica e esperançosa de gols. 

O Brasil tinha total domínio da partida e Neymar passou a fazer a diferença e se movimentar mais, levando muito perigo ao gol holandês. Com quatro minutos no segundo tempo o Brasil produziu mais que nos primeiros 45 minutos. 

A defesa holandesa foi obrigada a tirar bola de cima da linha em um belo chute de Robinho. E Lúcio, o capitão dos 100 jogos, obrigou, mais uma vez, o goleirão a se esticar e praticar mais uma defesa.

No segundo tempo se formos eleger os melhores de cada time, podemos dizer: "Neymar e Kurl". O garoto chutou e o goleirão mostrou seu valor.

André Santos foi um das peças principais da partida, com ótimos avanços ao campo de ataque e não sofrendo para marcar.

O Lucas entrou, mas pensando na parte individual e a chance de Mano, acabou não contribuindo muito para uma evolução da equipe.

Mas tivemos dois pontos negativos, além desse empate. O primeiro é a falta de um homem de meio campo para colocar a bola com mais qualidade para os atacantes. Podemos jogar com dois volantes, três atacantes, mas precisa de alguém para armar. Será que não tem um meia-armador bom?

Quem não se lembra de Felipe Melo e sua lambança diante da mesma Holanda na Copa? Então, o Felipe Melo de hoje foi o Ramires. Já tinha um amarelo deu uma entrada dura sobre Robben, levou o segundo e foi expulso.

Com um a menos o Brasil diminuiu o ritmo e passou a administrar o empate, que foi retribuído pelos goianos com gritos de: "Eiro, eiro, eiro, devolvam o meu dinheiro" e "Timinho, timinho..."

Agora, esperamos que na despedida do Fenômeno, na próxima terça-feira diante da Romênia, a coisa seja diferente!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

EM TOM DE PALPITE: 3ª RODADA BRA-11

Em Tom de Palpite entra em campo para palpitar sobre a terceira rodada do Brasileirão 2011, que promete muita emoção, principalmente no Clássico do Povo. Flamengo e Corinthians duelarão no Engenhão e é rodeado por um clima de magoa entre Felipe, hoje no Mengão, e a diretoria do Timão. Teremos o prazer de ver Fluminense e Cruzeiro e na quarta-feira Atlético - MG e São Paulo.

Não desmerecendo os outros confrontos, mas esses tem certa tradição e reúne os gigantes do nacional. Mas também teremos Coritiba e Vasco, que farão um "pós-pré-decisão", pois se enfrentaram na quarta-feira passada e vão fazer a segunda partida da final da Copa do Brasil na próxima quarta-feira.

Mas vamos deixar de conversa, confira meus palpites e deixe um comentário com os seus.
RESULTADOS DA 3ª RODADA
Palmeiras 1 x 0 Atlético - PR
Fluminense 2 x 1 Cruzeiro
Ceará 2 x 2 Botafogo
Figueirense 2 x 0 Atlético - GO
Flamengo 1 x 1 Corinthians
Grêmio 2 x 0 Bahia
Coritiba 5 x 1 Vasco
Santos 3 x 1 Avaí
América - MG 2 x 4 Internacional
Atlético - MG 0 x 1 São Paulo

quinta-feira, 2 de junho de 2011

LIBERTADORES EM FOCO

No caldeirão do Cerro, Santos não se intimida e constrói a classificação no primeiro tempo, cede o empate, mas está na final da Taça Libertadores. Em São Januário Vasco sai na frente e já começou a focalizar a edição de 2012 da Liberta.

Noite atípica para os apaixonados por futebol, indiferente de qual time torça. No Rio de Janeiro, o Vasco recebia o Coritiba, pelo primeiro jogo da decisão da Copa do Brasil, de onde sairá o primeiro classificado para edição 2012 da Taça Libertadores da América.

O Santos foi ao “caldeirão” no Paraguai com uma pequena vantagem construída na Vila Belmiro. Vantagem que dava o direito ao Santos de perder por diferença de um gol, caso marcasse, pois o regulamento valoriza o gol fora de casa.

Quem estava acompanhando o jogo pela Copa do Brasil teve que voltar suas atenções para o Santos. Menos de dois minutos e no Paraguai já tinha uma falta pela esquerda, Elano cobra e Zé Eduardo (Love) reencontra o caminho do gol e aumenta a vantagem adquirida no primeiro jogo quando venceu por 1 a 0.

Nesse momento o Cerro precisaria de mais três gols, pois o gol fora de casa para os Meninos da Vila tinha um peso maior.

O Caldeirão paraguaio pegava fogo mesmo com o gol sofrido fora de hora. Larissa Riquelme estava triste, mas não abalada.

No Rio o jogo era frio, as equipes se estudavam com respeito em demasia. O jogo ficava truncado no meio campo com muito toque de bola e as chances de marca eram nulas.

O Vasco trocava passes curtos, demorava a chegar próximo ao gol de Edson Bastos e insistia em viradas de bola, sempre buscando o lado direito do ataque. Boas jogadas saíram por esse setor, mas a execução dos cruzamentos era “muito a quem”. Na primeira etapa não houve um cruzamento que pudesse resultar em gol.

Já o Coritiba utilizava toques mais longos e com velocidade, a chegada ao ataque era muito rápida, mas parava diante de Dedé e Anderson Martins.

O jogo se arrastou sem emoção até os 17 minutos, quando Bill recebeu de costas para a defesa, com um belo giro conseguiu espaço e chutou de fora da área. Fernando Prass foi obrigado e fazer grande defesa.

O Vasco respondeu aos 20 minutos, quando Diego Souza recebeu dentro da área, a defesa parou para reclamar de impedimento, Edson saiu para o abafa e conseguiu atrapalhar o atacante. Obrigado a sair da marcação, conseguiu espaço para o chute, mas Edson faz ótima defesa.

Entre Cerro Porteño e Santos não víamos um jogo onde a tática predominava. O time Santista contou com a sorte em alguns lances, como aconteceu no segundo gol.

Bola sem perigo nenhum, Pedro Benitez recua de cabeça para o goleiro Barreto que se atrapalha com o “vento” e deixa passar. Eita! Mão de Alface!

Neymar que não é bobo pediu o gol.

Perdido por dois, perdido por dez ou até cem. 


O técnico cerrista deve ter pensado que perdido por dois, perdido por dez. E com esse pensamento, lançou seu time ao ataque com o avanço de Julio Santos e Iturbe, que passou a imprimir uma correria nas costas dos volantes.

Como em São Januário não acontecia nada de interessante, a cada lance que passava, parecia replay de jogadas anteriores. Vamos continuar falando do Santos.

Pressão do Cerro surtiu efeito aos 31 minutos, com César Benitez, os donos da casa chegaram ao seu primeiro gol.

Os paraguaios tentavam conseguir pelo menos o empate ainda no primeiro tempo, para no segundo conseguir mais dois gols e a classificação para a sua primeira final de Libertadores.

Mas quem tem Neymar, “tá com tudo!”

O nosso “Neymessi” mostrou que a FIFA precisa olhar para ele como um possível candidato a melhor do Mundo.

Como os cerristas estavam no tudo ou nada e com algumas alterações promovidas pelo técnico paraguaio. Abriu-se uma lacuna no meio campo dos donos da casa, que foi por onde saiu a jogado do terceiro gol. Neymar recebe de Arouca, tira o zagueiro da jogada e chuta para marcar o gol da classificação ainda no primeiro tempo.

Final do primeiro tempo para ambos os jogos.

No retorno para o segundo tempo em São Januário, o Vasco foi para cima e logo aos cinco minutos, Diego Souza avança e toca para Allan. O volante jogava improvisado e não decepcionou no cruzamento que encontrou a cabeça de Alecsandro. Na comemoração, o atacante homenageou seu pai, Lela, que foi jogador do Coritiba.

O Coritiba após sofrer o gol foi para o abafa e levou certo perigo ao gol cruz-maltino. Bill que no primeiro tempo fez uma função mais para pivô, passou a sair da área e buscar as jogadas.

E o Santos, hein?

Com larga vantagem e praticamente classificado, passou a administrar o tempo e em minha opinião, errou. Tentando controlar a partida, fixou seus zagueiros e dois volantes, do meio, apenas Elano mais adiantado. Com isso chamou o time paraguaio que causou uma tremenda correria, principalmente pelo lado direto.

Bombardeio que consagrou ótima atuação de Rafael que por mais de duas vezes salvou o time praiano. Mas em dois belos chutes de Lucero e Fabbro, não teve jeito, o goleirão foi vencido.

No finzinho viu uma bola acertar seu travessão e ele sacudir, mas já era tarde e a essas horas o Santos já era o primeiro finalista da Taça Libertadores de 2011. Disputará pela quarta vez, a última foi em 2003.

Em São Januário, o Vascão passava pelo primeiro jogo da final da Copa do Brasil, levando para Floripa a vantagem de jogar por um empate para conquistar o direito de disputa a Taça Libertadores de 2012. Fato que não acontecia desde 2001, quando disputou pela última vez.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

EXTRA, EXTRA, EXTRA... COMEÇOU A OBRA


Segunda-feira, 30 de maio de 2011, às Oito horas e quatorze minutos. Essa é mais uma data que vai para o memorial do Corinthians. Foram exatamente 276 dias desde a data do anuncio do projeto “Fielzão”.

Mas nessa manhã o sonho corintiano foi interrompido pelo barulho dos três caminhões e três tratores que iniciaram os trabalhos de terraplanagem no terreno de 197 metros quadrados.

Antes de qualquer inicio de atividade o gerente de operações da Odebrecht reuniu os operários para pedir a ajuda divina, rezaram um Pai Nosso e foram lembrados da importância de cada um naquele projeto.

Agora pelo jeito é para valer! Não tirem a Copa dos paulistas e paulistanos tem um “novo” estádio subindo na cidade.

O São Paulo Futebol clube perdeu uma grande oportunidade de ter seu estádio (que em minha opinião seria o mais indicado) na abertura da copa por conta de sua prepotência e arrogância no tratamento as entidades gestoras do futebol.

O projeto palmeirense não atende as exigências da FIFA para a abertura do grande espetáculo do futebol Mundial, por isso nem foram citados com veemência, houveram alguns rumores, mas nada serio.

Mas como o Sr. Andrés Sanches é um ótimo político e plantou um ótimo relacionamento com os mandatários do futebol, colocou o Estádio do Corinthians na rota da Copa do Mundo de 2014.

O estádio ainda nem existe e já teve que ser ampliado para receber a Copa do Mundo. Por enquanto não há noticias que os cofres públicos serão abertos para essa finalidade, vamos aguardar para ver se isso procede.

Agora teremos mais três meses de ladainhas por conta de redução de custos na construção. Jornais publicarão matérias dizendo que o estádio corre o risco de não ter sua construção finalizada ou que não entraram em acordo e vão cancelar.

Isso é se não aparecer noticia dizendo que: a Petrobrás não autorizou o desvio dos dutos que estão no terreno e a terraplanagem pode ser interrompida nas próximas horas.

Ou seja, nos próximos meses a venda de jornais, audiência televisiva e acessos a sites de noticias estarão entregues ao “não cumprimento” dos projetos corintiano em relação ao estádio.

Mas hoje os ares foram alterados em relação a noticia do Estádio do Corinthians:

globo.com: Mãos à Obra: Estádio do Corinthians, enfim, começa a sair do papel. Maquinas foram ligadas às 08h14 de hoje.

eband.com.br: Obra do novo estádio do Corinthians é iniciada.

bol.com.br: Após imbróglio, obras no Itaquerão começaram nessa segunda.

uol.com.br: Com terraplanagem, obras são iniciadas em estádio corintiano.

domingo, 29 de maio de 2011

BRASILEIRÃO: PALMEIRAS EMPATA COM O CRUZEIRO

Palmeiras entrou em campo com sua camisa número três para encarar o Cruzeiro que vinha de uma derrota diante do Figueirense na primeira rodada. O Verdão venceu seu primeiro compromisso diante do Botafogo, também na primeira rodada.

Jogando mais uma vez sem um atacante de oficio, o Verdão não fez uma grande partida, já o time mineiro contava com a presença de três homens no ataque. Tudo isso por conta da derrota sofrida diante do Figueira. Palmeiras e Cruzeiro sobem ao gramado sob uma mistura de sentimentos por parte da torcida local. Os torcedores vaiaram a equipe por conta da eliminação da Libertadores e do último resultado, mas o curioso foi o tratamento dirigido ao atacante Kleber do Palmeiras. Aplausos!

"Mal começará o jogo na Arena do Jacaré e em Araraquara o Corinthians, que estreava seu uniforme número três, marcava seu primeiro gol contra o Coritiba. Paulinho marcou".

O Cruzeiro imprimia uma forte marcação e com os três atacantes pressionando a saída de bola, o Palmeiras demorou a engrenar na partida e aos sete minutos passou por um susto danado. Wallyson bate da entrada da grande área, Marcos só olha e conta com a sorte, a bola explode na trave. Que susto!

Depois desse susto o Palmeiras equilibrou as ações de meio campo, mas as duas equipes não arriscavam e não construíam oportunidades para que chegassem ao gol. 

Sem que as equipes conseguissem penetrar na área, contavam com cobranças de faltas e escanteios, mas não surtiam efeito e em chutes de fora da área, também sem perigo. Pelo fato de jogar em casa e pressionado pela torcida, o Cruzeiro era o time que mais arriscava, sem perigo, mas arriscava. 

Montillo um dos jogadores do time mineiro que mais era acionado e aos vinte e oito minutos em bela jogada, rola para Gilberto que chuta e vê Marcos praticar bela defesa. 

Pelo lado verde o que mais aparecia era Marcos Assunção, ora para cobrar escanteios e ora em chutes de fora da área. Como a bola não chegava ao ataque, Kleber era obrigado a voltar ao meio campo e buscar a bola, com isso a chance de chegar perto do gol de Fábio era mínima.

Sem mais chances de criação, o melhor a fazer é ir para os vestiários e tentar modificar para o segundo tempo. 

Felipão estava satisfeito com o que seu time apresentou e não mudou, mas o técnico celeste quebrou a Cuca e tirou Brandão e promoveu a estreia de Anselmo Ramon, que veio do Oeste de Itápolis. Entrou para se tornar o nome do jogo, isso por que proporcionou os dois lances capitais da partida. 

O segundo tempo começa e como no futebol brasileiro as coisas são amarradas com muitas faltas, menos de dois minutos e o Palmeiras já tem uma falta a seu favor. Quem assistiu ao jogo entre Barça e Manchester sente uma diferença enorme, pois o número de faltas é muito menor o que deixa uma partida muito mais emocionante. Mas vamos voltar para o Brasil.

Marcos Assunção, o "mister bola parada", vai para a rainha do espetáculo e coloca na área, mas Marquinhos tira o perigo. 

Lembra-se de Anselmo Ramon? Então! Não disse que viria a ser o nome do jogo? Essa marca começou no rebote do lance anterior. Em bola dividida na defesa, Wallyson rouba a bola e quando Marcos saiu, tocou para o estreante, que domina muito, mas muito mal e perde uma chance incrível de marcar o primeiro gol. A torcida que estava atrás do gol, pulou e "junto comigo" gritou gol. Esse lance vai ficar gravado no arquivo do "SEM NOÇÃO FUTEBOL CLUBE", aguardem.

Wallyson e Montillo continuavam sendo os nomes do Cruzeiro, em dois minutos fizeram uma grande correria na defesa palmeirense, numa delas, obrigou Marcos a sair do gol e afastar com os pés. O time mineiro passa a acionar mais o atacante Anselmo, mas a defesa palmeirense consegue afastar e impedir que a bola chegasse aos seus pés.

O Cruzeiro tinha mais volume de jogo, mas o Palmeiras não ficava atrás e proporcionou um belo duelo, com uma partida muito corrida e bem movimentada. 

No minuto de número onze, Luan mostrou que poderia levar perigo ao gol de Fábio, em bolas chutadas de fora da área. Tenta a primeira vez, a bola passa por cima da meta da equipe celeste.

Luan, do campo de ataque viu aos treze minutos, o goleirão Marcos praticar uma sequencia de três defesas e não permitir que o Cruzeiro chegasse ao primeiro gol. Ao termino do bate rebate, a bola sobra para Montillo, que tenta encobrir, mas Marcos pratica mais uma grande defesa. O perigo sofrido pelo Palmeiras, acendeu o alerta dos jogadores e quando a bola sobrou para Marcos Assunção, o volante deu um belo passe para Luan.

O atacante nem domina a "gorduchinha" e acerta um lindo chute de primeira, na diagonal que vai “no ângulo” contrario de Fábio. O goleirão se esticou todo, mas não adiantou. GOLAÇO!!!

O Palmeiras vencia e aumentava a crise azul. O time de Cuca era melhor na partida, mas vacilou no contra ataque e sofreu o duro golpe. Felipão no banco vibrou, pois conseguiu passar pela defesa adversária com uma jogada que é característica deles. "Eles fazem exatamente assim, eu fiz e deu certo" - vibrou e declarou no banco de reservas após o gol.

Já o técnico cruzeirense ficou com a “Cuca quente” e começou a se movimentar no banco para reverter àquela situação, que caia entre nós, péssima situação após eliminação. Thiago Ribeiro estava sumido no jogo, em seu lugar o comandante coloca o ex-palmeirense, Ortigoza, tentando dar mais mobilidade no ataque. A intensão era ter um homem vindo de trás com mais folego e pegar a defesa de frente.

O jogo aparentava que ia esquentar, em menos de três minutos, desentendimentos e cartões amarelos para Thiago Ribeiro, antes da substituição, Luan e Gil foram advertidos.

Com a entrada de Ortigoza, o Cruzeiro passa a levar mais perigo ao gol de Marcos. Em um desses lances de perigo, o atacante tenta encobrir o grande amigo, mas a bola passa por cima do gol. O gol de empate estava amadurecendo. O jogo estava bem mais movimentado após o gol de Luan.

"Em Araraquara o Coritiba chegava, em lance duvidoso, ao gol de empate diante do Corinthians".

No minuto vinte e oito, enquanto os palmeirenses comemoravam contra o Corinthians, Montillo cobra escanteio da esquerda, no primeiro "pau", Gil desvia e encobre Marcos. A bola sobra para Anselmo Ramon, que dessa vez não perdoa e marca o gol de empate e de sua redenção diante da torcida cruzeirense.

"Os cruzeirenses comemoravam o empate e em Araraquara o Corinthians marcava seu segundo gol com Danilo e decretava a vitória por 2 a 1 sobre o Coritiba".

Ortigoza continuou dando trabalho aos defensores palmeirenses, mas não foi suficiente para conseguir a virada, Marcos ainda praticou mais uma bela defesa e salvou o Palmeiras do que poderia ser sua terceira derrota no ano.

Um fato muito curioso no final da partida foi a substituição de Kleber por Dinei aos 46' minutos. Por quê? Será que o Kleber cansou e não conseguia jogar três minutos ou será que o relógio de Felipão estava errado?

CONSUMO CONSCIENTE: Busque a certificação


Boa parte dos produtos do dia-a-dia, como móveis, pisos, portas, papéis, lápis, cosméticos, medicamentos, é feita a partir de matérias primas-florestais, seja de madeira ou direto das substâncias das plantas.

A boa notícia para a Mata Atlântica é que quase todos esses itens já podem ser achados com selos verdes que garantem a exploração sustentável dos recursos. O principal deles, o selo FSC, atesta a origem socialmente justa, ambientalmente equilibrada e economicamente viável dos itens.

Há uma extensa lista, em redes como: Leroy Merlin, C&C Casa e Construção, Tok Stok, livrarias e papelarias. Saiba mais nas “Páginas Verdes - Guia de Compras de Produtos Certificados FSC” no site www.fsc.org.br

Compra Consciente

Um consumidor consciente busca saber o que, quanto e de que empresa consome, pois todo ato de compra traz impactos negativos e/ou positivos para o ambiente.

Além do interesse pessoal, cada consumidor exerce uma responsabilidade social quando faz compras, avaliando materiais e energia usados na produção, questionando emissões de gás carbônico, poluição de rios pela indústria, etc.

Consumo consciente significa também se preocupar com o ciclo de vida de um produto, até seu descarte final. Nem sempre é complicado: opte por vidro ao invés de PET, consuma frutas e verduras da estação, prefira embalagens reutilizáveis, entre outras atitudes.

Veja o Catálogo de Produtos e Serviços Sustentáveis, desenvolvido pelo Centro de Estudos em sustentabilidade, da Fundação Getúlio Vargas, no http://www.catalogosustentavel.com.br

Fonte: WWF Brasil

sexta-feira, 27 de maio de 2011

EM TOM DE PALPITE: 2ª RODADA BRA-11

Nesse sábado será realizada a segunda rodada do BRA-11 e o Tom de Bola lança os seus palpites. Confira, deixe um comentário com os seus e vamos ver quem mais acerta.
RESULTADOS DA 2ª RODADA
Botafogo 1 x 0 Santos
Internacional 0 x 1 Ceará
Avaí 1 x 3 Atlético - MG
São Paulo 1 x 0 Figueirense
Corinthians 2 x 1 Coritiba
Bahia 3 x 3 Flamengo
Atlético - PR 0 x 1 Grêmio
Cruzeiro 1 x 1 Palmeiras
Vasco 3 x 0 América - MG
Atlético - GO 0 x 1 Fluminense