segunda-feira, 8 de julho de 2013

RENATO AUGUSTO MASCARADO...

O Corinthians solicitou à patrocinadora do meia Renato Augusto, o envio da máscara para que o jogador possa usar nos treinos no CT e também no jogo contra o São Paulo, dia 17, pela Recopa Sul-Americano, caso sua recuperação seja antecipada.

Aliviado com a pequena gravidade da fratura na região esquerda do rosto (no arco zigomático, popularmente conhecido como maçã do rosto), o fisioterapeuta Bruno Mazziotti encontrou na internet opções usadas no karatê, no rúgbi, no futebol americano e até no basquete e entrou em contato com representantes da empresa alemã:

– O uso da máscara tem como objetivo antecipar a volta esportiva. Temos de ter cuidado com o molde e modelo, para que se adapte às necessidades. Depende do material e da flexibilidade. Pode ser com uma parte de acrílico e outra de silicone. Tem de ser um pouco móvel, mas mais rígida lateralmente – descreveu ele ao LANCE!Net.

– A máscara ajuda a tirar o bloqueio psicológico – completou ele.

O camisa 8 foi submetido a uma cirurgia por conta de uma fratura incompleta causada pela cotovelada do atacante Souza, do Bahia, ainda no domingo. O procedimento durou cerca de dez minutos e foi conduzido pelo médico Marcos Pitta, no Hospital São Luiz. O tempo total para a consolidação óssea é de duas a três semanas, mas esse processo pode ser antecipado:

- Agora a fase é de redução do edema que se cria, da formação do calo ósseo e da diminuição do quadro de dor. Temos algumas terapias através de eletroestimulação, com microcorrente ou laser, para fazer a aceleração do calo ósseo que se forma. Fizemos a cirurgia de forma rápida para, eventualmente, pensarmos em qualquer possibilidade otimista de colocá-lo no jogo, mas não trabalhamos com o prazo do jogo - deixou claro o fisioterapeuta.

Nesta terça-feira, o camisa 8 se reapresenta no CT e inicia trabalhos na academia, como bicicleta ou corrida, longe do grupo. Dependendo da evolução nas dores, pode ir a campo no fim da semana. Após o susto, o atleta já se mostra motivado:

- O choro em Salvador foi mais pelo baque psicológico. Ele é competitivo e quer voltar rápido - finalizou.

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