E aí galera Apaixonada por Futebol!
Antes de começar a decorrer a ideia dessa postagem quero abrir um parenteses para agradecer a todos os seguidores do TOM DE BOLA pelo número expressivo que o blog alcançou nesse mês de novembro. No dia 20, conquistou a marca de 100.000 acessos. Esse número representa a credibilidade que o TOM DE BOLA vem passando aos seus seguidores ao longo desses 22 meses de existência.
Tirei alguns dias para descansar e fiquei sabendo da marca enquanto viajava. Deixei de opinar sobre tantos assuntos comuns e polêmicos que aconteceram essa semana: Superclássico, lista dos melhores sul-americanos, novo patrocínio do Timão etc, mesmo assim o número de acesso ganhou volume e mais que dobrou em relação ao primeiro ano.
Obrigado!
Mano Menezes conseguiu permanecer mais tempo do que imaginei que ficaria no cargo. Logo após a derrota fatídica para o selecionado mexicano e a perda do Ouro Olímpico pensei que ali seria a queda desse excelente técnico (de clube).
Mas desde às 16h06 desse 23 de novembro, Mano não é mais técnico da seleção brasileira e o cargo ficará vago até o mês de janeiro quando será escolhido o novo comandante. Os nomes mais cotados para assumir o comando e tentar ajeitar o elenco para a Copa das Confederações e consequentemente o Mundial do Brasil são: Tite (Corinthians), Muricy (Santos), Felipão e, de última hora, o aparece o nome de Pep Guardiola (ambos sem clube).
O primeiro pediu que "Papai do céu lhe ajudasse", mas pelo jeito a diretoria do Timão não vai liberá-lo para essa missão. Algo que acredito seria inédito, dois técnicos em sequência saindo do mesmo time para dirigir a seleção.
O segundo, Muricy Ramalho, jogou a responsabilidade para o clube e disse que o Santos que vai definir seu futuro em relação à Seleção. Não sai sem a permissão do Santos, seu contrato é até dezembro de 2013.
Os outros dois, sem clube, no momento são os nomes mais fortes em minha opinião para assumir o comando da amarelinha.
Felipão construiu em apenas 24 partidas um currículo notável no comando da seleção, chamada de Família Scolari, venceu 18, empatou 1 e perdeu 5. A conquista do Mundial de 2002 veio com nada mais, nada menos que sete vitórias, campanha perfeita.
Não por apenas esses detalhes, mas por sua postura como técnico e profissional é, sem dúvidas, o nome mais forte para esse trabalho. Serão poucos amistosos para arrumar a equipe e dar um padrão de jogo e assim conquistar a Copa das Confederações. Competição que passou a ser necessidade e obrigatória ao grupo para dar confiança para o Mundial, principalmente por ser aqui no Brasil.
Josep Guardiola é um ótimo nome e declarou estar disposto a assumir a bronca, mas não acredito que a CBF faria algo fora dos padrões brasileiros, colocar técnico estrageiros para dirigir a nossa seleção com tantos técnicos bom em nosso reduto (sim, em 1965, o argentino Filpo Nuñez dirigiu as cores verde e amarela em uma partida - 3 x 0 Uruguai).
O atual cenário aponta que Felipe Scolari será o técnico de nossa seleção na Copa das Confederações e do Mundo no Brasil.
E o que você acha?







